domingo, 18 de janeiro de 2009

Tolerância Zero

Queridos leitores, como eu não estava muito inspirada e sim muito irritada e sem paciência para fazer qualquer coisa, hoje resolvi lhes passar este pequeno guia, que eu recebi por e-mail, de como tirar as pessoas do sério com perguntas inúteis, estressantes e totalmente sem noção. Aí embaixo vão algumas delas. Confira:
1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:- Você tá dormindo? - Não, treinando pra morrer!
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:- Tá com defeito? - Não é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:- Vai sair nessa chuva? - Não, vou sair na próxima.
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:- Acordou? - Não. Sou sonâmbulo!
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:- Onde você está?- No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta:- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta:- Vai subir? - Não, não, esperando meu apartamento descer pra me pegar.
8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:- Flores? - Não! Cenouras.
9. Um homem passa na rua encontra um senhor caído no chão e pergunta:- O Senhor bebeu? - Não, comi com farinha!
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar:- Em dinheiro?? - Não, me dá em clips e borrachas!

Um comentário:

  1. É sempre interessante indagar sobre a precocidade de certas respostas. Tantas vezes parecem iludir passarem pelo sistema nervoso central, parecem tão periféricas... Vagas e rotas. Acrescento tão somente às fábulas dos delicados pedreiros:
    Pedreiro; você tem uma colher?
    Mulher: Não
    Pedreiro: Oh que pena... Por que eu estou dando sopa...
    O restante parte do princípio da teoria da mais valia de Marx em que o objeto é investido de um preço que faça bem o corpo do proletátio!
    Prefiro muito mais a máxima:
    Pedreiro: te machucou?
    Mulher: Não, por quê?
    Pedreiro: Por que você é um anjo que caiu do céu!
    E por aí vai...

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