segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sábado, dia de ...


Meu humor não anda lá grandes coisas nestes últimos dias... Estou que nem uma montanha russa de emoções! Mas estou me esforçando, acreditem, para virar esta página.

Sábado é dia de quê? Dia de visitar os amigos, passar um tempo consigo mesma, almoçar fora, tomar uma cervejinha com os amigos, rir, falar bobagens e capotar na cama de tão frenético que foi o dia! Pois é. E foi isto mesmo que eu fiz. Eu sei que eu tenho uma grande inclinação à melancolia, se me deixar, sou capaz de ficar o dia inteiro na cama, lendo e dormindo, dormindo e lendo. E este é um dos meus programas preferidos. Hoje por exemplo, eu troquei um dia lindo de sol com piscina, porque queria me dar ao luxo de dormir sem hora pra acordar.

Este sábado foi diferente. Eu estava numas pilhas de fazer algo que provavelmente iria me magoar depois. Mas não fiz. Ao invés de alimentar a minha dor, levantei, tirei a urucubaca e fui ao dentista. No sábado, ir ao dentista, ninguém merece... resolvi convidar uma amiga pra almoçar, mas ela me mandou uma outra mensagem mais tarde, se desculpando, mas não estaria apta a almoçar... Respirei fundo. Pensei, faço ou não faço. Não fiz. Fui almoçar sozinha, afinal de contas, posso ser uma ótima companhia para mim mesma. Mas os pensamentos voltaram a me rondar... que sofrimento! Não, não faça. Fui visitar meu amigo que fazia um tempo que eu não o via. Ri, me diverti e dei risada. Na volta pra casa, a melancolia já começou a me fazer companhia. Estava quase que desistindo de olhar pra mim, honrar meus compromissos, ser boa pra mim mesma... mas graças a Deus eu tenho uma família e amigos que gostam muito de mim e me dão forças pra continuar a viver com dignidade.

Antes de ir a um churrasquinho com os amigos, eu vi mais um especial Por Toda a Minha Vida sobre Claudinho e Buchecha, no YouTube. Bah, foi muito emocionante. Chorei. Logo depois sequei as lágrima e 'bora pro churras!

Comecei meio tímida, mas sabe, fazia tanto tempo que não me divertia no meio de pessoas alto-astral. Fazia horas que eu não era a Cibele, divertida e brincalhona e graças aos meus amigos isto foi possível. São as minhas queridas amiga, que me põe pra cima, me dão conselhos, me fazem sentir que eu sou importante e querida na vida delas. São os meus amigos que me dão vazão para eu ser uma pessoa mais leve. São gurias e guris do bem. E é bom saber que estou de volta e que sempre sou bem recebida!

Foi tão bom fazer tudo isso que ao chegar em casa, eu nem tive tempo pra pensar em qualquer coisa, estava exausta e feliz.

No outro dia, contando para minha irmã mais nova as minhas aventuras, ela ainda me aconselhou e me deu forças para levantar, acordar e viver. O dia estava lindo, quente e ensolarado. A minha sobrinha parece ter adivinhado os meus pensamentos e me convidou para ir na piscina. Mas pensando bem resolvi ficar em casa e descansar, ter um tempo só pra mim. Foi bom.

É bom saber que mesmo quando as coisas não dão certo, nada melhor que um dia após o outro.

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