sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Malandro é malandro e mané é mané

Vê se não dá vontade de mandar à merda, à puta que o pariu quando algo do tipo acontece? Tu estás lá bem bela e comprometida e um "fantasma" do passado ressurge das cinzas do inferno e te manda um torpedo bem informal perguntando se tu estás afim de fazer algo. E como se não bastasse ele ter mexido no teu orkut e saber da tua atual condição, ainda assim é insistente "Estás aí, vamos fazer alguma coisa?" , te liga lombriga (como diria minha amiga Lúcia)!

Recentemente uma amiga minha sofreu deste mesmo mal. O que responder disse ela? Quer melhor resposta que o simples fato de não responder. Sim, ignorar. Por que a criatura não veio fazer convite quando eu estava disponível, livre? Ah, pode parando... O que foi isso? Saudades depois de mil anos sem falar comigo? Eu que não era tão interessante agora sou? Resolveu lembrar dos "bons" momentos? Que nada! Eu tenho experiência com gente sem vergonha, esqueceram, malandro é malandro e mané é mané. E no caso, mané é aquele que ousa me passar a conversa com a desculpa "ai, eu só queria conversar..." Que conversar o quê! Vai é ficar com cinco! Cinco contra um!

Para um bom entendedor, meia palavra basta...

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