segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um anjo em minha vida

A história que eu vou lhes contar hoje, fala de um anjo que apareceu em minha vida. Esta pessoa nasceu há uns bons 24 anos, num verão, quando eu nem imaginava que ela ainda podia surgir. Ela nasceu meio doentinha, mas ao ver não era nada tão sério.

Ela sempre foi uma criança muito calma e dócil, fácil de lidar. O único problema é que ela cresceu muito fraquinha e anêmica, tinha medo que ela nunca chegasse a idade adulta, por apresentar seguidos sintomas de febres,vômitos e fraqueza. Mas tudo deu certo para ela e hoje ela está aqui.

Esta é uma pessoa que cresceu comigo, sob meus cuidados e sob minha influência. Eu também fui muito influenciada por ela. Acho que nesses anos que convivemos juntas aprendemos muitas coisas. Amadurecemos ideias, trocamos confidências e a ela que eu recorro quando eu estou feliz ou tenho algum problema. Costumamos dizer que nós somos como uma máfia. Ela também sabe que pode contar comigo.

Ela mais do que ninguém, me entende com seu silêncio na hora certa, com suas palavras de consolo quando preciso ouvir. Sempre está junto de mim, mesmo quando sua pessoa não se faz presente. Sem dúvida, sua autenticidade faz dela, este ser tão especial.

Quando estou triste, ela me diz coisas típicas dela, para me alegrar.

"Eu e meus ursos de pelúcia estamos aqui para te consolar"

Ou para me fazer rir.

"Fala com a minha mão"

E desenha a mãozinha dela tamanho miniatura e coloca no meu mural, caso eu queira conversar, para não me sentir sozinha. Coisas que só ela faria.

Ela é minha secretária, ou seja lá como posso chamá-la. Quando preciso de ajuda é a ela que eu recorro.

"Faz um bolo para mim?"
"Me ajuda a fazer isso? A fazer aquilo?"
"Traz um refri para mim?"
"Arruma o quarto para mim?"

E ela responde:

"Eu não sou tua faxineira!"

Mas faz tudo e mais um pouco por mim. Eu não sei o que seria de mim sem ela. Eu me lembro um dia que eu estava vendo um filme e peguei no sono e já era de madrugada e ela foi lá no meu quarto e desligou a TV para mim. Se não fosse por ela, as minhas roupas seriam uma bagunça, pois eu sou extremamente desorganizada. Ela, além de lavar, dobra e põe na gaveta tudo bonitinho para mim.

Nós temos o mesmo tipo de humor, então adoro quando ficamos falando um monte de bobagem e eu fico dando aquelas "risadas de galpão" e ela como é mais contida, dá só uns risinhos e ri mais da minha risada do que da piada.

Ela é tão companheira que sempre me inclui nos seus passeios, assim como eu sempre a incluo nos meus.

Nossos gostos são parecidos, mas temos personalidades bem diferentes. Ela é mais introvertida, quieta, mas briga quando tem que lutar por algum direito. Ela adora os animais e as plantas, defende-os aonde quer que esteja. Ela diz que é muito mais dos animais do que dos humanos.

Assim como eu gosta de comer, do bom e do melhor, mas é magra de ruim e não engorda.

Gosto de dizer que estamos cada vez mais parecidas, também pudera, ela é a minha irmã.

A história que eu lhes contei hoje foi de um anjo que surgiu em minha vida chamado Graziela.

Minha irmã mais nova, a Grazi, a quem eu dedico este texto e todo meu amor.

Nós em um dia muito especial - Show do Paul Mc Cartney

domingo, 28 de novembro de 2010

O show que eu não fui

Estes tempos aconteceu aqui em Porto Alegre o show da cantora Ivete Sangalo no Gigantinho. Eu queria tanto ter assistido este show... Só eu sei o porquê!

Vocês podem até me achar um tanto quanto redundante. Eu não assisti o show porque não fui, vocês devem estar pensando. Nada disso, eu fui ao show e não assisti, dá para acreditar?

A história que vou lhes contar se deu da seguinte maneira. A minha sobrinha Carol me convidou para assistir ao show do Centenário do Internacional, que ocorreu ano passado. Ela iria, pois tinha a carteira de sócia e só eu iria nas seguintes condições, se o meu cunhado, o pai dela, não fosse, pois ele me emprestaria a carteirinha dele e então eu iria no lugar dele.

Paralelamente a isso, eu vivia um namoro muito turbulento, com um rapaz um pouco mais jovem que eu, muito inseguro e possessivo. Ele tinha um humor instável e eu também, por minha vez não era fácil. Nós brigávamos muito e por conta de nossos gênios incompatíveis. Cada vez que a gente brigava, ou ele fazia um escândalo na frente das pessoas (fosse da minha família, amigos, colegas, vizinhos ou familiares dele), ou ele saía em rompantes com atitudes explosivas. Várias vezes tentamos terminar, e naquela época do show do Centenário, nós tínhamos ficado afastado por um mês. Ao reatar, mais uma vez, sem sucesso (e esta foi a última chance!), achei que iria ser diferente. Para minha decepção, foi pior! Por ele ser super inseguro, ele já estava abalado com o fato de que nas férias, eu iria passar uns dias no Rio de Janeiro, só eu e a Carol. Aí quando soube, que do show do Centenário, "sentou num porco"! Ficou louco de ciúmes.

O que ocorreu foi o seguinte, o meu cunhado resolveu ir ao show do Centenário e tão grande era a vontade da Carol de que eu fosse, ela resolveu me comprar um ingresso. Só que ao comprar um produto do Inter, o meu cunhado, ganhou um ingresso extra e resolveu dar para Carol, que já havia comprado meu ingresso.

Mais do que depressa, resolvemos convidar meu então namorado. Como ele não atendia de jeito nenhum, fomos para o estádio do Beira Rio e ficamos ligando de lá, entre três pessoas, eu, a Carol e um amigo nosso. Ligamos insistentemente, até ele atender.

Demorou um tempão até ele finalmente chegar. Ele não estava muito amistoso, deu para ver pelas suas feições. Só deu para assistir ao show do Zeca Pagodinho, que precederia o show da Ivete.

Quando começou o show do Ivete Sangalo, com todos aqueles efeitos, luzes e aquela música, "vai buscar Dalila...", surgiu Ivete no palco. Mal deu tempo de aproveitar aquele, porque ainda teria mais. Eu não pude acreditar quando o meu namorado na época, começou a me indagar milhares de coisas a respeito daquele show, coisas sem o menor sentido. Que eu o iria traí-lo, coisas sobre a minha viagem ao Rio, começou a me xingar, a me questionar, a me cobrar, inventar coisas que não faziam o menor sentido e discutir ali não tinha o menor cabimento! Ele ficou a noite toda me torturando psicologicamente, ameaçava que iria embora, mas ficava ali, me aflingindo e me magoando. Burra fui eu que aceitei. Passei a maior vergonha na frente da minha sobrinha e do meu amigo, sem contar que todos no estádio ficavam olhando ele brigar comigo.

Nem preciso dizer que foi o pior show da minha vida. Não vi nada. Por muito tempo doeu falar sobre este assunto.

Mas esta história que eu lhes contei, não foi para me vitimizar, foi para mostrar-lhes que a nossa vida é o resultado de nossas escolhas. Somos responsáveis pela vida que nós próprios criamos. Quem terá a culpa, a quem cabe o sucesso, senão a nós mesmos? Quem pode mudar nossas vidas, a qualquer momento, senão nós mesmos?

Coisas ruins nos acontecem. O tempo todo. Mas isto não é o pior. O que de pior pode nos acontecer é acontecer nada.

sábado, 27 de novembro de 2010

Carta de Adeus de Lindinha a Dadinho

Dadinho, não tem sido fácil para mim reprimir meus pensamentos em relação ao que tenho sentido por ti, depois daquele beijo. Uma vez em nossas conversas te falei que eu não pensava, eu fazia. Mas hoje diante de tudo, prefiro pensar, imaginar como seria e fantasiar, do que fazer. A dor é menor.

Acredito agora, que preferiria desfrutar muito mais da tua companhia como um bom amigo, um companheiro, pois nunca me senti tão sozinha como estou me sentindo agora, depois que nos beijamos. E não deveria ser o contrário?

Alguém uma vez me disse que nós somos os responsáveis pelas nossas escolhas. Às ganhamos ou perdemos e não podemos ter tudo. É complicado arriscar e eu nunca me sentiria à vontade sabendo que eu construí a minha felicidade em cima da infelicidade alheia.

Mas também acredito que a gente é responsável por aquilo que a gente cativa. E de uma certa maneira somos responsáveis, um pelo outro.

Nós estamos confusos. Melhor dar tempo ao tempo e quando esta tempestade de areia passar, tu podes ter certeza que eu continuarei sendo tua boa amiga.

Eu não quero assistir a minha vida passar por mim, tão infeliz, eu tenho que encontrar o meu lugar, eu só quero ser feliz, sim, estou apenas tentando ser feliz.

Pensa na tua vida. O que tu queres. O que é a felicidade para ti?

Vai e sê feliz.

Adeus, Dadinho.

A Resposta de Lindinha

Aquela semana seguida do beijo, foi uma semana interminável para Lindinha. Uma sucessão de coisas estranhas estavam acontecendo e ela ansiava por uma resposta. Queria saber o quer fazer e como agir daqui por diante, queria as coisas voltassem ao seu normal, mas por mais que isso desejasse, mais pensamentos relacionados a Dadinho atropelavam sua mente.

Certo dia Lindinha e Dadinho almoçaram juntos e durante o almoço conversaram sobre muitas coisas. Os dois se mostraram confusos e ao se perguntarem sobre como agir daqui por diante eles responderam que queriam continuar como amigos e que não passariam do beijo. Foi só um beijo, disseram e não aconteceria mais. Os dois se gostavam, mas preferiam deixar as coisas assim como estavam. Tanto para Dadinho, que atravessava um momento delicado de sua vida particular, assim digamos, como para Lindinha, que não queria ir contra seus princípios, seria um escolha prudente.

No fundo, no fundo, nenhum dos dois saiu satisfeito, mas nem sempre se tem tudo que quer. E depois daquele dia, Lindinha e Dadinho acabaram se afastando.

Lindinha estranhou a ausência de Dadinho, mas achou por bem se afastar, sentia que Dadinho necessitava que Lindinha desse um espaço para ele. Quem sabe um dia as coisas voltariam a ser como eram antes?

Mesmo reprimindo seus pensamentos e desejos, Dadinho continuava a habitar os pensamentos de Lindinha. Dadinho estava tão distante de Lindinha, quando eles se cruzavam no elevador, ele era vago, apesar de tentar disfarçar. Lindinha reparou nos dias seguintes, que Dadinho, frequentemente olhava o celular e parecia esperar por alguma resposta. O que haveria de ser?

Certo dia, Lindinha pensou em convidar Dadinho para almoçar, como antes faziam, mas resolveu não fazer. Preferiu convidar a amiga que era colega de sala de Dadinho.

Durante o almoço, a amiga comentou que Dadinho andava muito misterioso e que recebia várias mensagens ao longo do dia. Antes de ela sair para almoçar contou a amiga, Dadinho havia recebido uma mensagem de celular e ficara todo sorridente.

Lindinha voltou do almoço mais cedo, pegou o elevador com Dadinho e a estagiária. Os três cumprimentaram-se com um aceno de cabeça. O silêncio era ensurdecedor. De canto de olho, Lindinha observava a estagiária, uma jovem loira e de olhos verdes, dar risinhos nervosos para Dadinho, que correspodia com gestos e os dois se comunicavam sem emitir som algum . Mas Lindinha conseguia fazer a leitura labial e pegou o principal contexto da conversa. Haveria um encontro.

Antes de os três descerem do elevador a estagiária deixou suas pastas caírem no chão e atrapalhada tentou juntá-las. Dadinho foi solidário com a moça e rapidamente juntou as folhas que haviam se estalhapalhado no chão. Lindinha também ajudou a menina, que envergonhada agradeceu e saiu, como se estivesse lhe devendo um grande favor. Logo depois, saiu Dadinho. Ao ajudar a moça, Dadinho não reparou, mas deixou cair de sua mão, um guardanapo de papel de restaurante, com uma marca de um beijo de batom, em que a seguinte mensagem estava escrita:

"E que se dane o mundo, e que se dane tudo. Eu largo tudo, tudo, pra poder te ver.
Tudo que fasso ou não fasso (sic) não me arrependo"

Lindinha estava chocada. Era uma enxurrada de informações desagradáveis para a pobre Lindinha. O bilhete e a declaração velada da estágiaria a Dadinho. "Faço" com dois "SS", a menina não sabia nem escrever direito. Dadinho estava tendo uma caso com a estagiária. Dadinho, que estava em um momento de sua vida particular tão delicado! Era assim que Dadinho resolvia os seus problemas? Arranjando outros?

Apesar do desapontamento e decepção, Lindinha refletiu que isso tudo não era problema seu. Não cabia a ela julgar Dadinho A única coisa que ela sabia é que a partir daí, ela havia obtido a resposta que ela esperava.

E agora, Dadinho?

Dadinho fica apreensivo e pensativo após o beijo com Lindinha e queria que tudo voltasse ao normal. Assim queria Lindinha. Eles mal conseguem se olhar no elevador, como faziam antes. Mas eles se pega pensando em Lindinha e em como seria se os dois dois ultrapassassem a barreira do beijo.

Não, pensou Lindinha. Sim, ela queria. Não, repensou Lindinha novamente, tinha medo de se machucar. Não podia fazer isso, além do mais, refletiu Lindinha, havia outros fatores que os impediam. E eles bem o sabiam.

Mas por outro lado, Dadinho também estava confuso.

Poderiam os dois ficarem juntos como mais do que amigos?

Lindinha e Dadinho estariam fadados a viver apenas do mundo dos sonhos e da imaginação? O que aconteceria aos dois amigos que agora ultrapassaram a barreira da inocência?

Dadinho não para de pensar... mas ele tem medo de estragar algo que é bonito, mas também em algo que pode tornar-se lindo. Ele quer Lindinha, mas sua cabeça está muito confusa . No fundo de seus pensamentos, ele quer passar dos limites imaginados e sonhados por ambos.

E agora, o que fará Dadinho?

Dadinho vai para casa dormir e esperar sonhar e acordar com uma resposta enviada pelos seus e espera que Lindinha entenda este momento delicado vivido por Dadinho.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Carta de Lindinha para Dadinho

Dadinho, percebi que tu não estavas bem e achei por bem me afastar. Senti que tu também precisavas que me afastasse de ti, para colocares tuas ideias em ordem e como tu disseste, te centrares e veres o que tu queres.

Sinto muito não poder conversar contigo. Tenho medo que depois do que aconteceu com a gente, uma barreira esteja se criando entre nós. Quando tu tu dizes "vamos ficar como estamos, amigos", sinto que um muro nos separando já está sendo construído e que a amizade que existia outrora, hoje, está sendo ameaçada.

Hoje eu queria falar contigo, Dadinho, mas achei melhor deixar pra lá.

Não liga, quem falou que tu podes me ajudar?

domingo, 21 de novembro de 2010

Depois Daquele Beijo

Lindinha conheceu Dadinho em uma época muito turbulenta de sua vida. E Dadinho parecia estar na melhor fase de sua vida. Eles trabalhavam no mesmo prédio e todos os dias pegavam o elevador juntos. De um simples bom dia, começaram a conversar sobre amenidades.

As conversar tornaram-se mais frequentes e um dia Dadinho convidou Lindinha para almoçar. A partir deste dia, surgiram outros convites. Tanto de Dadinho para Lindinha, quanto de Lindinha para Dadinho. Os almoços eram animados e eles falavam de tudo um pouco. Daí nasceu a amizade de Lindinha e Dadinho.

Com o tempo Lindinha e Dadinho tornaram-se cada vez mais íntimos em suas conversas. Ela contava suas angústias, dúvidas, desejos e anseios e assim fazia Dadinho. Desta bela amizade entre os dois nasceu uma cumplicidade de invejar amigos de infância, pois eles haviam se tornado muito próximos.

Juntos Dadinho e Lindinha podiam ser quem eles quisessem, não precisavam representar nenhum papel. Faziam molecagens, pregavam peças um no outro, riam com suas conquistas e eram solidários com seus problemas. A confiança entre os dois era mútua.

Até que um dia aconteceu o inesperado ou será aquilo que já era esperado?

Lindinha beijou Dadinho. Dadinho beijou Lindinha. Na boca. Um beijo desesperado. Sim, aquilo já era esperado. Estava escrito, será só os dois não sabiam?

Um beijo no elevador. Por alguns segundos o tempo parou para Lindinha e Dadinho. Boca com boca, língua roçando e a barba de Dadinho assando o rosto de Lindinha. Os braços de Dadinho dançavam pelo corpo de Lindinha e ela tinha sede dele. Fazia tempo que ela não beijava alguém assim, não queria que aquele beijo acabasse.

Mas as portas do elevador se abriram e eles tinham que se recompor. Antes de cada um partir para seu destino, mais um beijo escondido na salinha de xerox.

-Tenho que ir. - disse Dadinho.

Lindinha ficou observando melacolicamente Dadinho correr as escadas de acesso, que o levariam a porta da rua. Lindinha ficou na empresa fazendo hora extra. Ainda sentia o gosto de Dadinho em sua boca. Sentia o cheiro de Dadinho entranhado em sua pele, mas nada poderia fazer a não ser sonhar com aquele beijo.

A vida de Lindinha e Dadinho seria diferente depois daquele beijo e Lindinha sabia porque não poderia sonhar em chamar Dadinho de seu.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Bah, tenho orgulho de ser gaúcha

É fácil perceber porque o Casseta e algumas pessoas de outros Estados gostam tanto de fazer piadas sobre os gaúchos:

-A miss Brasil é gaúcha;

-Elis Regina era gaúcha;

-Nelson Gonçalves era gaúcho;

-Mário Quintana era gaúcho;

-Oswaldo Aranha era gaúcho;

-Lupicínio Rodrigues era gaúcho;

-Érico Veríssimo era gaúcho;

-A melhor modelo do mundo é gaúcha;

-O melhor jogador de futebol do mundo gaúcho;

-Temos um time que é capaz de ser campeão com apenas 7 jogadores em campo, o proprio Gremio;

-Temos outro que apesar de ser roubado é capaz de chegar vivo na última rodada do campeonato, esse sendo o glorioso Internacional;

-Dois Times Campeões do Mundo são gaúchos;

-A melhor atleta olímpica brasileira é uma gaúcha;

-O maior centro de transplante do Brasil é no Rio Grande do Sul;

-É o único estado brasileiro que possui uma 'Brigada' Militar e não uma 'Polícia' Militar;

-O campeão do mundo de judô é gaúcho;

-É um estado onde o gaúcho chama sua mulher de 'prenda' que significa algo precioso, jóia;

-O melhor futebol de salão do Brasil e possivelmente do mundo é gaúcho;

-O estado com o maior número de títulos nacionais no futebol é o Rio Grande do Sul;

-O melhor padrão de vida do Brasil é no Rio Grande do Sul;

-O Centro-Oeste do País, está virando uma potência agrícola graças aos Gaúchos que para lá foram;

-O presidente mais importante da história do Brasil foi gaúcho (Getúlio Vargas);

-O prato mais apreciado e popular (em restaurantes) do país é o churrasco;

-São gaúchos muitos dos melhores profissionais de
comunicação que as grandes redes nacionais a Começar pela Globo, vêm buscar aqui para qualificar os seus quadros;

-Dos 105 anos de República brasileira, gaúchos (Getúlio, João Goulart, Médici e Geisel) governaram o país durante 29 anos (quase 28% do tempo);

-O gaúcho não fala a língua do 'x', pronuncia corretamente as palavras.

Na verdade, é apenas uma compensação pela grande
dor-de-cotovelo que aqueles frustrados sentem quando olham para o que eles dizem ser o fim do País, mas que na verdade é o ponto sobre o qual o Brasil se apóia.

APESAR DE SER BRASILEIRO, O MELHOR...

... É SER GAÚCHO!!!!!!!

MENSAGEM PARA TODO O BRASIL SABER QUE É MUITO BOM SER GAÚCHO, DE CORPO E ALMA, APESAR DE SER BRASILEIRO.
RIO GRANDE DO SUL, INDEPENDENTE, LIVRE, SOBERANO, SE DEUS QUISER, UM DIA...
SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA

(autor desconhecido)

sábado, 6 de novembro de 2010

Paul Mc Cartney, o show, os Beatles e uma lembrança

Amanhã Porto Alegre vai ser palco de um show histórico, que eu na minha vida, nunca imaginei presenciar: o show de Paul Mc Cartney.

Há mais ou menos um mês atrás na pré-venda dos ingressos, os mais íntimos, os que realmente conhecem minha trajetória de beatlemaníaca, me perguntaram se eu iria ao show. Eu lhes respondi que não sabia.

Estranho para aqueles que me conhecem há tempos e até para mim mesma admito. Há uns bons dez anos atrás - puxa, eu estou ficando velha e nem percebi - eu daria tudo, T-U-D-O, para assistir este show. E hoje, nos dias atuais eu ainda pensei. Por que será? Antes eu era simplesmente fanática pelos Beatles, eu os adorava, colecionava tudo que fosse a respeito deles, ia à exposições, amostras, debates, saraus, concertos sobre Beatles.

Nunca me esqueço que haveria um show de grupo argentino cover há muitos anos dos Beatles, aqui em Porto Alegre. Eles eram perfeitos, além de serem idênticos, cantavam iguais aos Beatles. Para mim era um sonho! E acreditem que eu fiquei doente? Eu sempre fui uma guerreira, estudava de manhã e dava aulas num cursinho de inglês. Era uma rotina ultra estressante. Corria da faculdade para o cursinho e chegava umas onze da noite em casa! Bom, mas aí comecei a sentir umas dores fortes na barriga que desciam para perna e os médicos suspeitavam que fosse apendicite. Não acreditava! Não poderia perder o show, comecei a chorar e rezar. Eu no hospital, fazendo exames e o meu antigo noivo, amigos, irmãs, todos torcendo para não ser nada.
Saí correndo do hospital, só deu tempo de tomar um banho, me arrumar e pegar um táxi. Eu nunca gritei tanto, meu lugar era bem na frente. Me senti no tempo do iê-iê.

Eu ainda tenho todos os CDs, que raramente escuto. Mas sempre que escuto, me trazem ótimas recordações daquele tempo.

Eu tenho tanta coisa sobre os Beatles, além dos CDs, DVDs, camisetas, tenho também livros que contém biografias, letras de músicas, que contam a trajetória da banda e documentários. Estes materiais me ajudaram a fazer o meu trabalho de conclusão na faculdade, que foi sobre os Beatles. Bem, falar sobre o meu trabalho de conclusão não é muito fácil, ainda tenho um pouco de mágoas, é um assunto difícil para mim. O que eu fiz em relação a isso foi com colocar uma pedra em cima disso. Quando me perguntam sobre ele, eu digo que eu adorei fazê-lo, mas que ele não teve relevância para universidade, mas mesmo assim eu consegui passar naquela cadeira e me formar. Não tive o prestígio que julguei merecer, mas acho que aprendi muito.

Por muito tempo o meu beatle preferido foi o John Lennon. Eu sempre lia mais sobre ele, comprava mais coisas sobre ele, me interessava mais sobre ele. Uma vez eu sonhei que eu estava num salão grande e lá havia uma exposição sobre os Beatles. Tinha uma cabine dos Beatles, que parecia um confessionário. Eu me lembro que eu entrei na e o Jonh Lennon estava lá e passou a mão na minha bunda e nós transámos de roupa ali na cabine-confessionário. Que sonho louco!
Eu li um livro que era uma entrevista do John Lennon para a Rolling Stones e fui começando a me desencantar. Isso junto as coisas que eu já havia lido sobre ele. Mas nunca deixei de gostar da sua música. Hoje até curto Jonh Lennon, mas acho muito deprê. Hoje prefiro o som do George Harrison, e do Macca.

Os Beatles fizeram parte de muitos momentos de minha vida. O mais marcante foi o meu tempo de faculdade. Se quisesse uma referência sobre eles era só falar comigo. Uma vez, o músico Frank Jorge, também beatlemaníaco, comentou sobre mim, numa palestra, sobre "uma menina morena de cabelos compridos que gosta de Beatles, que nem eu." Foi a esposa dele, que me contou, na faculdade.

No dia da minha colação de grau, a minha música tema foi "Help".

Eu gostava de os classificar assim: Paul Mc Cartney, o beatle romântico. John Lennon, o beatle sarcástico. Ringo, o beatle infantil. George, o beatle quieto.

Mas e o show do Paul? Ah, vale a pena sim conferir o velho Macca! Ele, em entrevistas mostra que está em ótima forma, que esbanja energia para uma senhor de quase setenta anos. Apesar da idade, vejo que o tempo foi generoso com ele. Percebi também nas entrevistas, que além de vivaz, Mc Cartney se mostra muito simpático com as pessoas.

Sempre considerei Paul Mc Cartney um gênio da música. Ele é, na minha opinião, o melhor melodista e instrumentista que eu já ouvi.

E amanhã é um grande dia para mim, vou assistir a um show histórico. Sir Paul Mc Cartney, em pessoa. Nunca pensei que o veria.

O Sapatão

Eu tenho mais do que uma paixão por sapatos, chega ser uma verdadeira obsessão. Eu tenho tantos sapatos que eu já até pensei em fazer doações de alguns. Em algumas viagens da minha cabeça já imaginei até as minhas sobrinhas fazendo um leilão dos meus sapatos, quando eu vier a partir desta para a melhor.

Eu já perdi as contas de quantos calçados eu tenho. É sapatos, scarpins, sandálias, rasteirinhas, chinelinhos, tênis, sapatilhas... Eu precisava de um closet para guardar tanto sapato. Isso é porque eu nem falei das roupas ainda, por falar em espaço! Mas isto fica para uma outra postagem.

Fãs dos meus sapatos são meus alunos, sempre notam cada sapato que eu apareço nas aulas. E adoram! Até os guris também notam.

- Sora, o que a senhora fez com seus nikes? - ao me verem sempre de sapato alto. Antes eu usava mais tênis.

A minha sobrinha Isabel, que vai completar cinco anos este mês, sempre gostou dos meus sapatos.

- Ai que lindo, tia Cibele, posso experimentar? - ao ver que eu comprei um sapato novo.

E foi nela que eu me inspirei para fazer esta postagem. Nela e na minha paixão por sapatos que aconteceu estes incidentes que eu vou relatar. Seriam trágicos se não fossem cômicos!

Estes dias saí para passear no shopping e acabei entrando numa loja e não satisfeita em só admirar os sapatos comprei um que julguei lindíssimo, já me imaginando com ele e um vestidinho preto tomara-que-caia bem justinho! Comprei. Quase tive um orgasmo!

Certo dia, me arrumei para sair para dançar e coloquei o sapato novo que eu havia comprado mais o vestinho preto justo tomara-que -caia. Ficou linda a combinação de vestidinho e saltão!

Mas mal cheguei na festa senti que o bicho ia pegar! Calma, era o meu sapato. Era um samba de primeira e eu mal conseguia dançar. Aí pensei, "imagina só se eu beber um pouquinho eu vou cair!" Um amigo nosso me tirou para dançar. Rapaz! Eu nunca dancei tão mal! Nem conseguia me equilibrar naquele saltão, quase caí! Só faltava era o tomara-que-caia, cair! Aí acabou com o meu pagode! Gue-rê, gue-rê, gue-rê, gue-rê, gue-rê, gue-rê...

Jurei nunca mais sair para dançar com aquele saltão. Quem sabe jantar?

Fui num churrasco em família, na casa da minha irmã mais velha, estava toda a minha família lá, juntamente com os irmãos do marido dela. Quando eu bati na porta, não me lembro quem atendeu só sei que veio a minha sobrinha Isabel correndo me abraçar.

- Tia Cibele...
Juntos com ela, veio o meu outro sobrinho, o Matheus, de três aninhos, filhos da anfitriã e mais um priminho do Matheus, filho do meu cunhado.

- Eh, tia Cibele...

Vieram correndo me abraçar. Não deu tempo de nada, a Isabel se abraçou nas minhas pernas e eu me desequilibrei, porque milésimos de segundos depois vieram as outras crianças também me abraçar as pernas e caí. Além de ficar com dor, ainda levei um xingão da Isabel.

- Quem mandou tu sempre ficares andando nestes teus sapatões! Olha o tamanho dos salto, né, tia Cibele!

Sim, eu estava com o dito cujo!

Já o Matheus, foi mais solidário, me deu um beijinho e perguntou se eu estava machucada. O priminho do Matheus também compreensivo.

E o que me restou naquele dia? Levantar, sacudir a poeira e vestir uma rasteirinha. E dar volta por cima!

O famoso dito cujo - o sapatão

O Professor Está Sempre Errado

PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO
(autor desconhecido)

O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!


Se é jovem, não tem experiência.
Se é velho, está ultrapassado.

Se não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Se fala em voz alta, vive gritando.
Se fala em tom normal, ninguém escuta.

Se não falta ao colégio, é "caxias".
Se precisa faltar, é "turista".

Se conversa com os outros professores, está "malhando" os alunos.
Se não conversa, é antipático.

Se dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se dá pouca matéria, não prepara os alunos.

Se brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se não brinca com a turma, é chato.

Se chama a atenção, é estúpido.
Se não chama a atenção, não sabe se impor, é um fraco.
Se a prova é longa, não dá tempo.
Se a prova é curta, tira as chances do aluno.

Se escreve muito, não explica.
Se explica muito, é porque tem preguiça de escrever.

Se fala corretamente, ninguém entende.
Se fala a linguagem do aluno, é porque não tem vocabulário.
Se exige, é rude.
Se não exige, é porque não se importa com o aluno.

Se elogia, é debochado.
Se não elogia, é porque não sabe reconhecer o empenho do aluno.

Se o aluno é reprovado, é perseguição.
Se o aluno é aprovado, deu "mole".

E além de ensinar, o professor tem que educar os alunos, pois nem isso os pais querem ter o trabalho de fazer!
Os alunos de hoje, serão os contadores, os médicos, os arquitetos de amanhã. É inaceitável que o professor, responsável pela formação de futuros cidadãos, seja tão mal remunerado e desvalorizado...

É minha gente, o professor está sempre errado. Mas se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!


Se você acredita na EDUCAÇÃO como a salvação da sociedade prestigie mais o professor!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Amizade Colorida

* Qualquer semelhança com caso verídico é mera coincidência. Esta postagem pode conter material inadequado para menores de 14 anos.

- Tu estás me seguindo?
- Um pouquinho, talvez...
Ele riu, um tanto quanto sem graça, enquanto ela o analisava de dentro de seu carro.
- Tu me disseste que me ligaria logo.
- Bom... tu não me deste tempo para isto.
- Sabe, eu estou chateada contigo... tu não me convidaste pro teu aniversário e eu perdi uma prova de penal por causa tua.
Ele que estava prestes a entrar no carro dele, mudou de ideia. Não disse nada, só ouviu o que que ela tinha pra falar.
- Será que tem um jeito de tu me compensares por isso?
- De que jeito tu queres que eu te compense? -indagou-lhe, debruçado à janela do carro dela.
- Vamos passar esta noite juntos na minha casa. Entra no meu carro.
- Vamos. Pela nossa amizade.
- Pela nossa amizade.
E ele entrou no carro dela. Ela foi dirigindo em alta velocidade.
- O que tu falaste sobre mim para o Gigante?
- O quê? Como assim? Não falei nada.
- Falou nada o caralho!
- Calma, eu falei que nós somos amigos!
- Mentira!
Ela pisou mais rápido no acelerador.
- Ei, o que tu estás fazendo? Vai devagar!
- Por que tu falaste pro Gigante que eu era uma das tuas parceiras de cama?
Ele ficou sem fala. Suava frio.
- Puta que o pariu! E tu me vens com esta história de amiga!
E ela começou a bater com a cabeça na buzina do carro sem olhar para o trânsito, que fluía normalmente e ele apavorado gritava:
- Olha pra frente!
- Eu não sou tua amiga!
- Por favor, presta atenção na direção! - implorava ele, ao ver ela dirigindo que nem uma louca, em alta velocidade, sem que ele pudesse fazer muita coisa.
- Amigos não trepam!
Ele tentam auxiliar na direção do carro, mas em vão, pois ela estava enlouquecida. Cada vez mais acelerava o carro.
- Tens ideia de como é difícil pra mim fingir que sou tua amiga? Nós tínhamos um compromisso!
- Um compromisso? - perguntou ele, nervosamente, quase que se arrependendo da pergunta.
- Nós transamos quatro vezes! Você entrou dentro de mim! Eu engoli o seu esperma! Isso já é um compromisso!
Neste momentos ela começa a passar em todos os sinais vermelhos e por pouco não bate num caminhão.
- Para o carro! Para este carro!
- Eu te amo!
E o carro atinge a velocidade de 140 km por hora.
-Eu te amo, não dá pra perceber? Eu fico sempre com esta expectativa de quando será que tu vais me ligar pra gente fazer alguma coisa juntos. Não aguento mais esta história de amigos.
- Tá bom, então para o carro e vamos até a tua casa conversar sobre isto.
- Me responde uma coisa, o que é a felicidade pra ti?
Ele ficou atônito, sem resposta, com aquela pergunta repentina. Enquanto isso ela continuava acelerando.
- Porque pra mim, felicidade é estar contigo.
- Tá. Eu te amo! Tá bom, eu te amo! - diz ele nervoso, como que para tirar um peso da consciência.
Ela sorri, pisa mais fundo no acelerador e joga o carro em direção a uma ponte e o carro cai de uma altura de aproximadamente três metros de altura. Ela morre na hora, ele fica uma semana e em coma mas sobrevive. Seu rosto fica totalmente deformado.