segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Pai, tô com fome

Achei esta história comovente. Já havia lido quando recebi a por e-mail e agora novamente recebi de uma senhora, e resolvi postar para que mais pessoas possam ler e se emocionar com esta bonita lição.


Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou:

- Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente...

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!


Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho...

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) - arroz, feijão, bife e ovo...

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada...

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades...

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

- Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim... Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer...

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho....

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas...

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório...

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos 'biscates aqui e acolá', mas que há 2 meses não recebia nada...

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias...

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho...

Ao chegar em casa com toda aquela 'fartura', Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso...

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores...

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho...

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando...

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa...

E, ele não se enganou - durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres...

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar...

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula...

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro...

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o 'antigo funcionário' tão elegante em seu primeiro terno...

Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço...


Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista...

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um...

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido...

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da 'Casa do Caminho', que seu pai fundou com tanto carinho:

'Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!'

(História verídica)


sábado, 15 de janeiro de 2011

Ser ignorado

Recebi este e-mail que muito me fez lembrar de uma infeliz fala do jornalista Boris Casoy , que em 31 de dezembro de 2009, comentou em tom arrogante e debochado, as imagens exibidas anteriormente, que mostravam uma dupla de garis desejando felicidades aos telespectadores da emissora. Isso foi após uma vinheta do Jornal da Band, quando Casoy chamou o intervalo comercial, sem saber que o áudio ainda estava sendo transmitido.

"Que merda: dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… dois lixeiros… o mais baixo da escala do trabalho…"

Por meio da assessoria de imprensa da emissora de televisão, o jornalista reconheceu o insulto contra os garis e se desculpou durante a exibição do programa do dia posterior, com o seguinte discurso: "Ontem, durante o intervalo do 'Jornal da Band', em um vazamento de áudio, eu disse uma frase infeliz, que ofendeu os garis. Por isso, quero pedir profundas desculpas aos garis e aos telespectadores do 'Jornal da Band'."

Depois que a merda está feita, fica bem difícil remendar!

Por isso através deste e-mail, proponho uma reflexão. Vamos olhar mais para as pessoas com carinho. Vamos descer de nossos pedestais, pois não somos melhores que ninguém. Devemos respeitar as pessoas, como seres humanos, independente do salário, classe social ou profissão que elas representam.


TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

'O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE'

'Fingi ser gari por 1 mês e vivi como um ser invisível'

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da
'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas
enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado
sob esse critério, vira mera sombra social.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou
um mês como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo.

Ali,constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres
invisíveis, sem nome'.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição
de sua vida:

'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode
significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o
pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano.

'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão', diz.
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, algunsse aproximavam para ensinar o serviço.

Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro.

Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
'E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?' E eu bebi.
Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central..

Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo
andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu.

Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de um mês trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.
E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está
inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais.

Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa.

Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.

Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe.

Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo
nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'.


Ser ignorado é uma das piores sensações que existem na vida.

Tão bom é ser amado

Como é bom, quando ficamos juntos de alguém, de que tanto gostamos. É tão bom quando nem imaginamos estar com aquela pessoa e de repente, estamos. Melhor ainda é quando podemos acreditar que aquilo que sentimos em relação ao outro é correspondido.

É indescritível a sensação de bem estar que nos causa estar junto do objeto de nosso desejo. Sentir o cheiro, o gosto e desfrutar da sua companhia.

É maravilhoso saber que ele está conosco pelo simples fato de que quer ficar junto, porque nos gosta e não porque quer apenas satisfazer seus desejos sexuais.

Melhor é fazer sexo com alguém porque está junto e não porque quer ficar junto. Pena que algumas pessoas não entendem isso.

Melhor do que ouvir daquele de quem gostamos que ele não brincará com nossos sentimentos, é reconhecer que ele não está conosco para nos usar e sim porque nos ama, porque nos quer.

É tão difícil ser amada assim? Há quem tenha desistido, mas eu não desistirei.


Pedro, me dá meu chip

Estes dias assisti aquele vídeo que virou febre na internet. Uma moça num ataque de fúria resolve ir até a casa do ex-namorado, pedir um chip de celular, que segundo ela o pertencia. Como seu ex, o Pedro, não a recebe, ela começa a gritar na frente do prédio, de madrugada, que quer seu chip de volta. Ela grita para Pedro que ele devolva seu chip, por alguns minutos descontroladamente. Enquanto isso, o mesmo nem dá sinal de vida, o que a deixa muito mais irritada e gritando mais.

O vídeo quando surgiu na internet, fez o maior sucesso, tendo milhares de acessos pelo You Tube. Alguns blogueiros chegaram até procurar a rua em que ocorreu o fato e buscaram por Pedro. Até o Fantástico, entrevistou Pedro. Outros programas de televisão fizeram matérias, tentando esclarecer o porquê, de tamanho descontrole de um ser humano em razão de um chip.

Piadas a respeito foram várias. Vídeos fazendo a paródia sobre o acontecido forão as campeãs de provocar boas risadas. A com o Darth Vader, é uma delas. Tem também algumas montagens engraçadas, como a do presidente dos E.U.A. que é interrompido durante um pronunciamento pela moça que grita:

- Pedro, me dá meu chip. Devolve meu chip Pedro. Me dá meu chip. Devolve o que é meu.

Fizeram até um funk. Admito que ficou muito engraçado ficou o vídeo com a montagem.

Mas o que eu proponho aqui é fazermos uma reflexão sobre nossos sentimentos. O que leva uma pessoa a ter uma reação tão exagerada, tão extrema quanto esta? Gente, sinceramente, ninguém ficaria tão desesperado simplesmente por causa de chip de telefone, a não ser que nele contessem informações valiosíssimas. Está na cara que a ex-namorada não queria o chip, e sim queria o Pedro.

A moça não teve censura nenhuma, não se importou com o horáriode silêncio (o fato ocorreu à noite) , com os vizinhos, e principalmente, não se importou nem um pouco em se expor. Não sabemos qual foi o motivo da separação do casal, mas pelo conteúdo do vídeo, é claro que houve uma separação. O chip foi apenas um motivo para a moça ir até o rapaz e como não foi recebida, agiu com extrema emoção. O que mais me chama a atenção neste vídeo é a repetição sistemática da frase "abre esta porta". Durante grande parte de nossa vida, assim como a moça, encontramos portas fechadas, quando que o que mais queremos é encontrá-las abertas.

Não achei nada de mais num vídeo que mostra uma moça gritando desesperadamente na porta da casa de um ex-namorado. Não penso que isto seja algo de tão especial, a ponto de atiçar tanto a curiosidade alheia. Acredito que muito dos expectadores ao assistirem o vídeo, possa ter se identificado, se comovido ou mesmo se soliedarizado com a moça neste momento de dor e descontrole exaberbado. Esta demonstração exagerada de desconforto e desconsolo são sentimentos que a maioria de nós reprime. Não demonstramos, porque vivemos em uma sociedade que foi educada a internalizar suas emoções. As vezes nos acontecem coisas que somos obrrigados a engolir, deixar passar. Nem mesmo diante da morte, muito de nós não explodimos, gritamos e choramos como, no nosso íntimo, gostaríamos de fazer. Quem de nós não gostaria de num momento de inconformidade, gritar e chorar quando perdemos um ente querido ou quando nos separamos de alguém que gostávamos muito. O que fazer quando não há nada mais a ser feito? Acredito que foi movida por sentimentos de perda, de dor, raiva ou de total impotência, que a moça tenha feito tal cena.

Há outras maneiras de se entregar a dor, e acredito que haja muitas outras alternativas saudáveis de se extravasar este sentimento. Não julgo esta atitude exagerada da moça, mas também não a apoio. Sou solidária. Acho que a saída seria não se expor diante daqueles que não nos merecem. É dificil aceitar uma separação, dói, mas não podemos perder a dignidade. Não que aqueles que perdem a cabeça sejam indignos. Mas a melhor coisa num momento destes, é focar em si mesmo. Devemos nos preocupar em nos resguardar e cuidar da pessoa mais importante de nossas vidas, que somos nós mesmos.

Um relacionamento acaba, mas nossa vida não. A vida é cheia de frustrações e quanto melhor soubermos lidar com elas, mais fortalecidos ficaremos para dar continuidade a vida e viver as muitas coisas boas que estamos vivos, justamente para experenciar.

Conselho de uma pessoa impulsiva, que está aprendendo a se controlar. Diante de uma adversidade, respire fundo. Melhor engolir um sapo, perder um livro, ou até mesmo um chip do que perder a própria paz. Valerá a pena tamanho desgaste?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Doze Conselhos Para Ter Um Infarto Feliz

Recebi este e-mail e achei muito interessante postá-lo para que todos leiam e pensem mais na sua própria saúde. Se vocês entenderam bem, estes são conselhos de como levar uma vida mais tranquila. Dessa maneira, teremos menos risco de ter um infarto:

DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ!!!

Dr. Ernesto Artur - Cardiologista

Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

1. Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.

2 Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.

3. Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.

4. Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.

5. Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.

6. Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes..

7. Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.

8. Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs)

9. Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.

10. Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.

11. Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.

12. E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.

Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens.

Duvido que alguém não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!

IMPORTANTE:

OS ATAQUES DE CORAÇÃO

Uma nota importante sobre os ataques cardíacos...
Há outros sintomas de ataques cardíacos, além da dor no braço esquerdo (direito). Há também, como sintomas vulgares, uma dor intensa no queixo, assim como náuseas e suores abundantes.

Pode-se não sentir nunca uma primeira dor no peito, durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam, não se levantaram... Mas a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.

Se assim for, dissolva imediatamente duas Aspirinas na boca e engula-as com um bocadinho de água. Ligue para Emergência (193 ou 190) e diga ''ataque cardíaco'' e que tomou 2 Aspirinas. Sente-se numa cadeira ou sofá e force uma tosse, sim forçar a tosse pois ela fará o coração pegar no tranco; tussa de dois em dois segundos, até chegar o socorro... NÃO SE DEITE !!!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Falta Romantismo no Mercado


Não se faz mais homens como antigamente. Já tinha chegado a esta conclusão há um bom tempo. Quando converso com as minhas amigas, todas são unânimes em concordar de que os homens em geral, estão muito sem noção.

Ao longo das minhas conversas, aqui e ali, eu vou colecionando pérolas da ala masculina. Algumas coisas que eu escuto, dá vontade de chorar. De tanto rir. Outras dá raiva mesmo. Como podem dizer as coisas assim, de uma forma tão velada? Está faltando um pouquinho de sutileza e muita classe. Não espero mais nada. Daqui a pouco não me surpreenderei se alguém me contar que um homem simplesmente, chegou na cara dura e perguntou:

- Vamos trepar?

Não há mais romantismo. Ninguém mais abre a porta do carro, se oferece para pagar a conta, convida para um jantar à luz de velas. Eu sei que vocês homens, podem achar minhas ideias um tanto quanto retrógradas, ultrapassadas e caretas. Eu não me importo. A maioria das mulheres, assim como eu, concorda comigo. Sentimos falta de quem nas ideias, no caráter ou no temperamento, revela algo de apaixonado, de nobre, de lírico, que eleva os relacionamentos acima do prosaico, do cotidiano. Me parece que para alguns, ser romântico não passa de alguém sentimental, piegas e meloso.

Mas quem, nos dias de hoje, dá importância aos sentimentos? Será que os homens subestimam tanto assim nossa inteligência? Recentemente ouvi uma menina reclamar de um rapaz que lhe mandou uma mensagem no celular, lhe desejando um "feliz ano novo". Detalhe, estamos no dia sete de Janeiro. Ou seja, o rapaz não teve alguns bons dias para lhe saudar boas entradas de ano? Ao agradecer-lhe e desejar-lhe o mesmo, o rapaz sentiu-se no direito de esticar a conversa para um convite a algo mais. E com que direito?

Quem lhes dá o direito de nos ligar de madrugada? Será que eles nos julgam tão ingênuas ao nos convidarem para jantar em suas casas, contando que o prato principal somos nós? O que será que se passa em suas cabeças, ao nos proporem para dividirmos a conta do motel? Quem lhes deu o direito de nos querer apenas como amantes, de nos procurar quando já estamos com outra pessoa, de agir com comportamentos sarcásticos, de não recear nos magoar...

Não há dúvidas de que eles pensam sim, mas com suas cabeças debaixo.

Estão chocados como o que estou a lhes dizer? Não fiquem, pois a mim, parece que muitos homens agem de certa forma porque querem nos chocar. Não me admirei ao saber que dia desses foi perguntado a um rapaz o que ele fazia nas férias e ele respondeu:

- Saio com os amigos, dou umas voltas e faço sexo.

Me desculpem, mas há certas coisas que não precisam ser ditas. Guardem suas particularidades para vocês. Imaginem só se tudo que nós fizessemos, saíssemos relatando de uma forma tão fiel.

- E aí, como foi o fim de semana?
- Foi ótimo.
- E o que tu fizeste?
- Ah, eu saí para jantar com a minha família, tomei banho de piscina e caguei.

Para mim, é mais ou menos isso que me parece, quando alguém faz um comentário desta natureza.

Não me causa tanto espanto quando as minhas amigas vem me contar poucas e boas. Eu mesma, já tive o desprazer de escutar coisas tão desagradáveis, do tipo que eu teria até vergonha de comentar-lhes.

Que vergonha, uns marmanjões de barba na cara. Como será que se sentiriam se um barbado falasse ou tratasse suas mães, irmãs, primas ou sobrinhas assim?

Cada vez mais as mulheres conquistam um lugar de destaque na sociedade e tem que se sujeitar a tamanho desrespeito. Não somos objetos, brinquedinhos ou um esporte. Queremos ser bem tratadas, com carinho, deferência, estima e reverência. A alegria, a delicadeza e a feminilidade nos gestos, nas atitudes, nas palavras, existem para serem veneradas.

Aconselho a ala masculina a reletir muito mais sobre seus atos e reverem seus conceitos. Vamos reverenciar mais as mulheres! Falta romantismo no mercado.


“Sem reverência, o que distinguirá o homem de um animal irracional?” Confúcio

domingo, 2 de janeiro de 2011

Todos os Lugares estão Ocupados

"Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, ainda haverá guerra."
Bob Marley

Recebi este e-mail, diz que este fato aconteceu na Tam, pessoal. E diz que é verídico. Achei legal postá-lo para que todos possam ler e refletir sobre este assunto.

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.
'Qual o problema, senhora?', pergunta a comissária..
'Não está vendo?' - respondeu a senhora - 'vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira'
'Por favor, acalme-se' - disse a aeromoça - 'infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível'.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
'Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe'. E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:
'Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável'.
E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:
'Portanto senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe...'
E todos os passageiros próximos, que, estupefatos assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Se vocês são contra o racismo, envie esta postagem ou conte-a aos seus amigos.

"O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons..."